1º
Estas ninfas, eu as quero perpetuar.
Tão claro,
Que esvoaça no ar, seu luzeiro encarnado
Sonolento, volteia, denso.
Foi sonho?
Dúvida, monte da antiga noite, disponho
Em muitos finos ramos, que, os mesmos parecendo
Verdadeiros bosques, provam, que bem sozinho sendo,
Me ofereci para triunfar a culpa ideal das rosas.
Reflexões...
ou dessas mulheres tu glosas...
2º
Este corpo pesado, em palavras vazias,
Sucumbe ao orgulhoso silêncio de meio-dia:
Sem mais, é preciso jazer no esquecimento da blasfêmia,
Como eu amo, pela areia alterada, boêmia,
Abrir minha boca ao astro audaz de vinhedos!
Ninfas, adeus; verei vossa sombra sobre rochedos.